Eis que, em pergaminhos carcomidos pelo tempo, descobrem-se os nomes daqueles que cantaram a vida com riso e lamento, vinho e oração, sátira e ternura. Reunidos sob o mesmo emblema – a pena errante e o cálice sem fundo –, estes poetas se reconheceram como Irmandade dos Goliardos, andarilhos da palavra e do espírito. Seus escritos, dispersos por mosteiros, tabernas e estradas de peregrinação, ressurgem agora em nova ordem, para que o leitor dos tempos modernos beba tanto da sua seriedade quanto da sua zombaria.


Goliardo de Santarém – O trovador amoroso
Escreve sonetos e cantigas de amor cortês, com lirismo delicado e melancolia suave. Evoca ideais inalcançáveis e noites sem lua.

Frater Goliardus Minor – O satírico mordaz
Monge andarilho que faz poesia debochada, atacando ricos egoístas (tem outro tipo?) e coachs.

Magister Goliardus Peregrinus – O erudito errante
Poeta de tom filosófico e reflexivo, mistura latim com versos livres ou presos. Fala da fugacidade da vida e da poesia como remédio da alma.

Goliardo de Compostela – O místico visionário
Peregrino que escreve sobre o Caminho de Santiago, os milagres e o êxtase religioso. Mistura mentiras bíblicas com verdades poéticas.

Dom Goliardo da Pena Errante – O bufão trovador
Poeta brincalhão, escreve cantigas de escárnio e maledicência. Faz piadas com costumes atuais, rindo de si mesmo e dos outros.

Receba poemas e outros inventos. Assine nosso boletim por e-mail. Informe abaixo seu e-mail, clique em Assinar. Depois abra a mensagem que enviamos e confirme sua decisão.